Módulo 2 - Diagnóstico do Sono: avaliação clínica e exames complementares
Saiba em detalhes como realizar um diagnóstico preciso
Assim como estudado no módulo anterior, antes de entender em detalhes o diagnóstico, é de suma importância conhecer sobre o sono e sua arquitetura. O sono é considerado um estado de repouso essencial para o organismo onde ocorre a restauração do corpo e mente. Por ser responsável pela regulação de diversos sistemas do nosso corpo, a deficiência no tempo e distúrbios que prejudicam a qualidade do sono podem resultar em alterações cardiovasculares, metabólicas e cognitivas.
A arquitetura do sono
O sono é composto por quatro estágios que se repetem ciclicamente ao longo da noite, totalizando, em média, de 4 a 6 ciclos por período de sono. Esses estágios incluem três fases do sono Não-REM (N1, N2 e N3) e uma fase REM (movimento rápido dos olhos).
A distribuição e a duração de cada estágio variam entre os indivíduos e podem ser significativamente alteradas na presença de distúrbios do sono. Em casos como a Apneia Obstrutiva do Sono (AOS), observa-se uma redução na progressão para os estágios mais profundos, especialmente o N3 e o sono REM, comprometendo a arquitetura e a qualidade do sono reparador. Veja abaixo, detalhes de cada estágio:
| Estágio do Sono | Tipo de Sono | Duração |
|---|---|---|
| Estágio 1:Transição vigília - sono | N1 - NREM | 1 a 7 minutos 2 a 5% do total do sono |
| Estágio 2: Desaceleração da atividade cerebral | N2 - NREM | 10 a 25 minutos 45 a 50% do total do sono |
| Estágio 3: Sono profundo ou de ondas lentas | N3 - NREM | 20 a 40 minutos 18 a 25% do total do sono |
| Estágio 4: Sonhos e atonia muscular | Sono REM | 10 a 60 minutos 20 a 25% do total do sono |
Descubra em detalhes como é feito o Diagnóstico do Sono
Os distúrbios do sono, incluindo a apneia obstrutiva do sono, são alterações que afetam diretamente a arquitetura e a organização dos ciclos do sono. Tais disfunções comprometem a eficiência do sono reparador e podem resultar em diversas repercussões clínicas, como sonolência diurna excessiva, fadiga persistente, sobrepeso, desenvolvimento e/ou agravamento de doenças cardiovasculares, diabetes mellitus tipo II, entre outras
Diante desse contexto, a identificação precoce e precisa dessas alterações é essencial para o direcionamento terapêutico adequado. O diagnóstico dos distúrbios do sono é um processo que integra avaliação clínica e exames complementares, demandando uma abordagem multidisciplinar. Os principais critérios de avaliação incluem:
- Histórico familiar e presença de comorbidades;
- Identificação de sinais e sintomas sugestivos (como ronco, pausas respiratórias, despertares frequentes);
- Exame clínico e físico detalhado;
- Sexo e faixa etária;
- Estilo de vida e hábitos noturnos;
- Avaliação da ergonomia do sono;
- Exames complementares, com destaque para a Polissonografia (PSG), considerada padrão-ouro no diagnóstico.
Avaliação clínica e física: como mensurar a qualidade do sono
Além da anamnese detalhada realizada pela equipe multidisciplinar, existem testes clínicos e escalas validadas cientificamente que norteiam o profissional na identificação de possíveis distúrbios do sono. Conheça os principais questionários utilizados na prática clínica:
Questionário de Berlim - Distúrbio respiratório
É um questionário autoaplicável que foi elaborado em 1996 na Alemanha e validado para a população geral em 1999. Sua aplicação ajuda a identificar o risco de AOS. São 10 perguntas distribuídas em 3 categorias, sendo considerado alto risco para apneia do sono, se preencher 2 ou mais das seguintes categorias:
- Ronco e Apneias presenciada: inclui frequência e intensidade do ruído
- Sonolência e Fadiga: aborda principalmente sonolência ao dirigir
- Obesidade e Hipertensão Sistêmica Arterial (HAS): avalia a presença ou não de sobrepeso por meio do Índice de Massa Corpórea (IMC) e história de pressão alta.
Ainda são considerados para o resultado parâmetros como idade, sexo, altura, circunferência do pescoço e etnia.
STOP-Bang - Distúrbio respiratório
O questionário STOP-Bang é uma ferramenta de fácil aplicação na prática clínica. Baseado em 8 perguntas com respostas “SIM” ou “NÃO” que abordam dados e sintomatologia do paciente, como: ronco, cansaço, fadiga, sonolência, apneia presenciada, hipertensão arterial, IMC, idade, circunferência cervical e gênero. Estas perguntas consistem em respostas com pontuação entre 0 e 1, com escore total que varia de 0 a 8. Havendo 3 ou mais respostas “SIM”, indica alto risco para AOS.
Escala de Epworth - Sonolência
Desenvolvida em 1990 e modificada 7 anos depois, a escala de sonolência tem como finalidade avaliar a sonolência diurna, ou seja, a probabilidade de cochilar em 8 situações envolvendo atividades diárias. A pontuação pode variar de 0 a 24, sendo maior que 11, indicativo de privação de sono que pode estar relacionada a distúrbios do sono.
NoSAS Escore - Distúrbio respiratório
Ferramenta simples para rastreio de distúrbios respiratórios. Consiste em perguntas relacionadas a antropometria, a presença de ronco, idade e gênero. Havendo pontuação maior que 8, pode ser indicativo de alto risco para AOS.
Questionário de Pittsburgh - Qualidade do sono
Desenvolvida em 1989, consiste na avaliação da qualidade do sono do último mês com 19 perguntas divididas nas seguintes categorias: latência do sono, duração do sono, eficiência do sono, distúrbios do sono, uso de medicamentos e sonolência diurna. Pontuação maior que 5, indica qualidade do sono ruim.
Saiba a importância da avaliação física aplicada ao diagnóstico
A avaliação física também é essencial para garantir um diagnóstico assertivo. A avaliação anatômica das vias aéreas superiores realizada por médicos e pela equipe multidisciplinar envolve identificar alterações como desvio de septo nasal, estreitamento de vias aéreas, aumento do volume da língua, alterações na amígdala, úvula e palato, alterações craniofaciais, entre outros. Essas alterações têm impacto direto na mecânica respiratória e podem ocasionar o colapso das vias aéreas.
Uma das ferramentas utilizadas pelos especialistas é a Escala de Mallampati (EM), que visa avaliar o manejo da via aérea difícil. Trata-se de um escore de 4 níveis que demonstra a dificuldade do acesso às vias áreas como por exemplo, para um procedimento de intubação orotraqueal. Confira na imagem a seguir como é definida a classificação Mallampati:
Qual a relação da escala de Mallampati com AOS?
De acordo com Athayde, R.;Genta, P., Lorenzi, G.; et al, há relação entre uma maior classificação de Mallampati e quadros mais graves de apneia obstrutiva do sono. O volume da língua e o tamanho da mandíbula, segundo os dados apresentados, interferem na classificação do nível de gravidade da doença.
Sabe-se também que a obesidade está totalmente relacionada ao aumento do volume da língua, sendo esse, um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento da AOS. As estruturas de tecidos moles das vias aéreas superiores são mais propensas a deposição de gordura, sendo a língua a mais acometida.
Estudo do Sono: veja como funciona o principal exame complementar
Popularmente conhecido como estudo do sono, a polissonografia é um exame que permite analisar diversos parâmetros neurofisiológicos e cardiorrespiratórios durante o sono, como o Eletroencefalograma (EEG), Eletromiograma (EMG), Eletro-oculograma (EOG), oximetria de pulso, fluxo aéreo e esforço respiratório.
Para identificar os distúrbios do sono de acordo com a indicação clínica e as necessidades individuais de cada paciente, existem exames diagnósticos fundamentais. Eles auxiliam na estratificação da gravidade, na definição da melhor conduta terapêutica e no acompanhamento clínico, sendo etapas essenciais para os profissionais de saúde que atuam com medicina do sono e áreas relacionadas.
Com o avanço da tecnologia e o objetivo de ampliar o acesso ao diagnóstico, a polissonografia passou a contar com versões portáteis. A seguir, exploraremos as diferentes modalidades disponíveis e suas aplicações na prática clínica.
Conheça os principais tipos de estudos do sono
Existem diferentes modalidades de exames para diagnóstico de distúrbios do sono, cada uma com indicações específicas, complexidades e aplicações clínicas.
Tipo I – Polissonografia completa (padrão ouro)
Realizada em laboratório do sono e assistida por um técnico durante toda a noite, utiliza mais de sete canais, incluindo EEG, EMG e ECG. Esses canais permitem o estadiamento do sono, registrando o tempo total dormido, a latência (tempo até adormecer - vigília -, idealmente até 20 minutos em condições normais) e a identificação de diversos distúrbios, como apneia, bruxismo, movimentos periódicos de pernas, parassonias, insônia e atraso de fase.
Tipo II – Polissonografia domiciliar com múltiplos canais
Semelhante à Tipo I em complexidade, utiliza mais de sete canais, incluindo EEG, EMG e ECG, mas é realizada na casa do paciente. O exame é montado por um técnico, porém não há acompanhamento durante a noite.
Tipo III – Poligrafia respiratória
Foca na avaliação cardiorrespiratória com pelo menos quatro canais. Não realiza estadiamento do sono, mas mede o IAH (Índice de Apneia e Hipopneia). É realizada em casa, com o próprio paciente montando o equipamento. É fundamental que a retirada do aparelho seja feita com a orientação de um profissional para evitar falhas e necessidade de repetição do exame.
Tipo IV – Oximetria noturna
Utiliza apenas um canal, o oxímetro, e registra o IDO (Índice de Dessaturação de Oxigênio). É uma forma simples e acessível de triagem para a apneia do sono.
Actigrafia
Utiliza um dispositivo semelhante a um relógio (actígrafo). Indicado para avaliar o ritmo circadiano em um período de dias, sendo útil na investigação de insônia e distúrbios do ciclo sono-vigília, como atraso ou avanço de fase.
Além dos diferentes tipos, a polissonografia também pode ser realizada com titulação de CPAP|BPAP, em formato split night (diagnóstico e tratamento na mesma noite) ou não, e também com o uso de placa intraoral, dependendo da indicação clínica e da abordagem terapêutica escolhida para o paciente.
A polissonografia de titulação geralmente é utilizada para ajustar a pressão ideal do PAP durante toda a noite, garantindo a eficácia no tratamento da apneia obstrutiva do sono e também para pacientes com quadro de hipoventilação ou histórico de doença pulmonar hipoxêmica, que necessitam de oxigênio suplementar.
Vale destacar que, durante um estudo de titulação com CPAP, alguns pacientes podem desenvolver apneia central do sono emergente do tratamento, que é caracterizada por episódios de apneia central do sono em pacientes diagnosticados com AOS. Na maioria dos casos, esses episódios durante o exame são transitórios e podem desaparecer após o uso contínuo do dispositivo.
Já a polissonografia tipo split-night é indicada para casos graves, mas com limitações na precisão da pressão, especialmente durante o sono REM, devido a interrupção do ciclo do sono para instalação do dispositivo.
Parâmetros do estudo do sono: conheça suas definições
Na polissonografia, diversos parâmetros são avaliados para analisar a qualidade e a arquitetura do sono. Entre eles, destacam-se:
- Tempo Total de Sono (TTS): corresponde à soma dos períodos, em minutos, de sono leve (estágios N1 e N2), sono profundo (N3) e sono REM;
- Eficiência do Sono: refere-se à porcentagem de tempo efetivamente dormido em relação ao tempo total em que o paciente permaneceu na cama;
- Distribuição dos Estágios do Sono: representa a porcentagem que cada estágio ocupa em relação ao TTS;
- Latência do Sono: tempo, em minutos, desde o momento em que as luzes são apagadas até o início do primeiro estágio de sono;
- Latência para Estágios Específicos: tempo decorrido desde o início do sono até o início de um estágio específico, como o sono REM;
- Estadiamento do sono com o registro simultâneo do EEG, EOG e EMG que identificam os estágios N1, N2, N3 e Sono REM.
Já a análise respiratória requer sensores específicos, como cintas torácica e abdominal de esforço respiratório, oximetria de pulso e sensor de fluxo nasal (termistor ou cânula nasal de pressão) para a definição de parâmetros, como:
- Hipopneia: redução do fluxo aéreo ≥30% por pelo menos 10 segundos, associada a uma dessaturação ≥3% ou um microdespertar;
- Apneia: queda ≥90% do fluxo aéreo, com duração mínima de 10 segundos. As apneias são classificadas conforme o esforço respiratório:
1- Obstrutiva: presença de esforço durante todo o evento;
2- Central: ausência total de esforço respiratório;
3- Mista: início sem esforço (fase central), seguido de esforço respiratório (fase obstrutiva);
4- Cheyne Stokes: respiração periódica na qual apneias e hipopneias se alternam com hiperventilação que apresentam um padrão crescente e decrescente de volume corrente. - RERA (Respiratory Effort-Related Arousal): episódio caracterizado por aumento progressivo do esforço respiratório que leva a um microdespertar, sem critérios para apneia ou hipopneia.
A gravidade da AOS, que representa o número de eventos respiratórios por hora de sono, como já abordada no módulo 1, também é um critério importante na conclusão do exame e para definição do laudo. Vamos relembrar os valores de referência:
- Normal: < 5 eventos/hora
- Leve: 5 a 14 eventos/hora
- Moderada: 15 a 29 eventos/hora
- Grave: ≥ 30 eventos/hora
Outros achados frequentes incluem roncos, fragmentação do sono e dessaturações repetidas, que, mesmo não sendo específicos, contribuem para o quadro clínico do distúrbio respiratório do sono.
Soluções VitalAire para o Diagnóstico do Sono
A identificação precisa e precoce da apneia obstrutiva do sono é essencial para a conduta clínica e o sucesso terapêutico. No VitalAire, oferecemos soluções diagnósticas avançadas, com foco em eficiência, conforto e qualidade dos registros.
Contamos com equipamentos e acessórios modernos para polissonografia domiciliar e oximetria noturna, desenvolvidos por fabricantes de referência no segmento. As tecnologias disponíveis permitem a realização dos exames em ambiente domiciliar, com alta acurácia nos dados, facilitando o acesso ao diagnóstico e mantendo os padrões técnicos exigidos pela prática clínica.
Conheça as nossas soluções:
Apnealink Air: com registro de até 5 canais de informações, sistema de nuvem AirView, tempo de registro e capacidade de armazenamento ampliados.
Polywatch: leve e compacto com registro de até 8 canais de informações, fornecendo uma série de recursos úteis como análises automáticas, relatórios concisos e detecção de AOS.
Biologix: possui alta tecnologia, bluetooth e laudo técnico, ideal para monitoramento da oxigenação e diagnóstico do sono.
Conclusão
O entendimento da fisiologia do sono e sua arquitetura é essencial para a identificação precoce de distúrbios que comprometem sua qualidade e continuidade, como a apneia obstrutiva do sono. Alterações no ciclo do sono podem estar associadas a consequências clínicas importantes, incluindo disfunções cardiovasculares, metabólicas e cognitivas, exigindo uma avaliação criteriosa e individualizada.
Nesse contexto, o diagnóstico dos distúrbios do sono deve ser conduzido por uma abordagem multidisciplinar, associando anamnese detalhada, escalas clínicas validadas e exames complementares como a polissonografia. A escolha adequada do tipo de estudo, somada ao uso de tecnologias confiáveis e acessíveis, permite uma estratificação precisa da gravidade e definição da conduta terapêutica mais eficaz, promovendo melhores desfechos clínicos aos pacientes.
Excelente! Você finalizou o módulo 2!
Siga para o módulo 3 e continue na nossa jornada de Apneia do Sono.
Módulo 3: Soluções para o tratamento da Apneia do Sono
Conheça os tratamentos disponíveis para apneia do sono, com foco na terapia com Pressão Positiva nas Vias Aéreas (PAP), apresentando seus dispositivos, máscaras e acessórios.
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